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abóbora manteiga assada com gengibre e tomilho

Quase me parecem gôndolas estas fatias de abóbora manteiga!

Estamos na época dos ocres, as cores quentes que contrastam com o tempo que vai ficando cinzento, assim resolvi começar o outono, e fiz esta abóbora manteiga assada em forno lento e em vez de transformar num creme/sopa, decidi assá-las para serem apenas uma pequena entrada ou um acompanhamento para carne ou peixe.
O resultado é sempre um sabor predominantemente doce que aqui equilibrei juntando os condimentos a meu gosto.

Assim, para estas "gôndolas" de abóbora usei;
. 1 abóbora manteiga ou cabaça pequena  . raspa de limão 1 colher de café  . gengibre fresco ralado 1-2 colher de sopa bem cheia  . tomilho fresco a gosto . sal marinho q.b. . mistura de pimentas moídas na hora + pimenta da caiena  . azeite q.b.  . 1 colher de chá de manteiga  . um pouco de água

Para começar, lavar a abóbora e cortar ao meio retirar as pevides e cortar em fatias não muito finas cada metade 3 a 4 fatias ao alto sem retirar a casca.

Colocar um pouco de azeite no fundo de um tabuleiro, com dimensão que não deixe muito espaço entre as fatias de abóbora, para que estas não sequem demasiado rápido.
Dispor as fatias no tabuleiro lado a lado e temperá-las com o sal, o gengibre fresco, casca de limão ralada, as folhas de tomilho, as pimentas verter um pouco de azeite por cima e a manteiga e pedaçinhos e por último colar um pouco de água no fundo do tabu

Levar ao forno pré-aquecido a 180º e deixar assar até estarem macias.
Servir quente, eu comi com queijo fresco e também com queijo ricota e fatias de fiambre uma pequena entrada.
Também já acompanharam um lombo de porco assado e também uns lombinhos de robalo.
grelhados, por isso,  fica a sugestão, entrada, acompanhamento ou prato vegetariano estas abóboras ficam deliciosas!

Tenham um bom fim de semana
by me.148933

Será marmelada ou compota de marmelo com maçã canela e limão?

Como diz o título será marmelada, parece marmelada sabe a marmelada mas não se fez como a marmelada, daí lhe ter dado o nome de compota.

Dizem os livros antigos de culinária que a marmelada se faz descascando os marmelos cozendo-os passando de seguida a puré e adicionar a um ponto de açúcar ao lume criando assim a tradicional marmelada, com canela, com limão ou com outro qualquer"adereço de palato" será assim a tradição. Esta não foi a forma que utilizei, saltei o esquema e produzi marmelada à séc XXI ou uma "fast sweet food", como, pois coloquei tudo em simultâneo ao lume e passei por varinha mágica no fim, resultado... uma marmelada!

O que usei;
. 1 kg de marmelo já descascado e partido em pedaços . 700gr de açúcar amarelo . 300gr de maçã reineta já descascada e partida . casca cortada fina de 1 limão pequeno . sumo de 1/2 limão . pau de canela . água q.b.

Depois de descascar os marmelos e as maçãs partir para uma taça com água e o sumo de limão para não escurecerem.

Deitar todos os ingredientes num tacho, marmelos e as maçãs escorridas as cascas de limão a canela e o açúcar, deitar água até cerca de um pouco mais de meia altura e deixar cozer lentamente até chegar ao ponto do açúcar pretendido, entre o pérola e um estrada depende de como gostem mais de marmelada com ponto ou não.

Retirar o pau de canela e as cascas de limão, passar tudo pela varinha mágica e guardar em tigelas com papel vegetal préviamente passado por aguardente, o que previne o bolor ou em caixas herméticas, foi o que eu fiz e coloquei no frio, ai o bolor não ataca, também nem tem tempo, à velocidade que ela sai com pão ou bolachas cream cracker nos lanches da pequenada, qual bolor qual carapuça ;)

Sabores de outono, este nunca falha mais a mais com marmelos biológicos vindos do quintal da minha amiga S, uma receita que se vai repetindo até desaparecerem os marmelos dos quintais amigos ou do mercado das frutas.

by me.
48289

Bolo e creme de iogurte com romã

Provei e comprovei este bolo Iogurte ás Fatias da Leonor de Sousa Bastos.

Fiz apenas 1/2 receita, mas penso que não seria necessário o uso de toda a farinha maizena para o creme, isto porque utilizei mesmo os iogurtes gregos que são densos e encorpados.
As gemas do creme também me pareceram demais, mas como também utilizei ovos XL, numa próxima testo doutra forma, porque cada mão é uma mão!

Na confecção da massa usei iogurtes de baunilha e acrescentei ainda um pouco de essência da mesma, uma mistura de Baunilha e romã com a acidez e a frescura do iogurte

Torna-se um bolo sofisticado de sabor e diferente.

Vale a pena experimentar, lá por casa voou da travessa é sempre um bom sinal. ;)
(RECEITA ORIGINAL AQUI*)

by me. 17723

Puré de Batata-Doce, maçã e flôr-de-anis

Um sabor de Outono!

Se esta estação é por vezes sombria, melancólica e fria, a comida é bem quente colorida e reconfortante, quis a sábia mãe natureza que assim fosse .

Fiz um Rosbife e decidi acompanha-lo com puré de batata-doce e espinafres salteados, coisa pouca para um vulgo jantar de quinta feira :)

Sempre gostei deste contraste doce salgado na conjugação de pratos e este não é mais que um reflexo desse meu gosto.

Assim com:
. 2 batatas doce com cerca de 500gr . 1 maçã reineta . manteiga 3 colheres de sopa . leite 1,5 a 2 dl . flor de anis estrela (colocada na água cozedura por 2 a 3 min. e depois retirada)

Lavei e descasquei as batatas, tornando a passá-las por água e cortando em quadradinho pequenos, levei a cozer cobertas com água juntamente com a estrela de anis (a retirar por deixar um aroma muito intenso, se não tiverem podem colocar também um pouco de erva doce ou até noz moscada moída no fim).

Mais perto do fim da cozedura das batatas introduzi a maçã reineta descascada e cortada em quatro, como se desfaz não interessa colocá-la logo no início para que não desapareça.

Depois de tudo bem cozido escorrer sem grande preocupação e deitar num liquidificador. Triturar juntamente com os pedaços de manteiga e o leite deitado aos poucos até obter consistência desejada.

Eu não coloquei sal pois a manteiga tem o suficiente, mas podem ser acrescentados os temperos ao gosto de cada um.

Et voilá...L'Automne sur un plat!

by me. 15478

Puré de castanhas

Castanhas, é dia delas ou do São Martinho não podia deixar de escrever sobre elas.

Mais um sabor de outono, quando era pequena dizia que era o sabor da cor castanha. Eu adoro-as assadas, cozidas, piladas, em calda 'marron glacé', em purés que acompanham carnes, como caça, nas perdizes, no coelho, em lombo de porco assado, como recheio de perú...

Para simplificar o dia, hoje é um puré simples que serve mesmo para acompanhar lombo de porco assado com sumo de laranja, digo-o porque é o que eu vou fazer para jantar!

Para fazer este puré:
. 750 gr castanha (eu uso a congelada) . 3,75 dl de leite . 25g de manteiga .50 gr de crème fraîche . sal e pimenta moída na hora

Começa-se por cozer as castanhas no leite com um pouco de sal em lume baixo, até ficarem tenras.
Escorrem-se as castanhas e reserva-se o leite, esmagam-se as castanhas ou passam-se pelo passevite, adicionando de vez em quando um pouco de leite.

Acrescenta-se a manteiga e o crème fraîche até obter uma mistura homogénea, se necessário adicionar um pouco mais de leite para obter a consistência desejada.

Por fim verifica-se o sal e acrescenta-se a pimenta moída na hora.

É só servir... a acompanhar pratos de carne!

by me.

Salada de abóbora com agrião, nozes e pinhão

Por se falar nas abóboras segundo costumes alheios, lembrei-me da salada de hoje.

Outro sabor de outono, isso é bem certo aliás considerado um fruto em termos botânicos apesar de ser visto por nós como um produto da horta.
Um óptimo aliado das dietas, baixo em valor energético, pobre em hidratos de carbono, proteínas por exemplo, além de um excelente antioxidante, rico em vitaminas E e C ou não fosse a sua cor alaranjada e rico em minerais.

Na culinária serve para muitos pratos a polpa é usada para doces, salgados, fritos assados ou cozidos, as pevides secam-se para petiscos e as flores menos usadas já que no mercado urbano é difícil tê-las podem ser fritas em pome e servem também para decorar os pratos Gourmet.

Mas para esta salada de outono, que a conversa já vai extensa são precisos:

. 1 molho de agrião . 400 gr de abóbora descascada e limpa de pevides . 1 dente de alho . manjericão seco . +- 1 colher de sopa de salsa picada . 1 courgette pequena . pinhões . nozes . 1 colher de sopa de sumo de limão . 1 colher de sopa de sumo de laranja . azeite . sal e pimenta q.b

Lava-se e corta-se a courgette em fatias com meio centímetro de espessura, polvilha-se com sal.
Corta-se a abóbora em palitos finos, tipo batatas fritas.
Reservam-se os legumes.

Entretanto esmaga-se o alho, junta-se um pouco de azeite 2 colheres de sopa, o manjericão e a salsa picadinha.
Numa taça coloca-se a courgette e abóbora e rega-se com o tempero anterior envolvendo tudo muito bem, aquece-se a chapa e põem-se a grelhar cerca de 10 minutos em lume não muito forte até ficarem um pouco douradas.

Enquanto isso, faz-se o resto da salada com os agriões misturados com o sumo do limão e da laranja e um pouco mais de azeite, a pimenta e sal se for necessário.

Deitam-se os legumes grelhados sobre os agriões e acrescentam-se por último um pouco dos frutos secos as nozes e os pinhões ou outros ao vosso gosto.

E assim temos uma salada tépida feita com legumes/frutos do outono.
Como continua o calor sabe bem tê-la como prato de refeição... bem, isto digo eu que como muitos vegetais, desacompanhados de carne ou peixe. :)

Bom apetite!
by me.

Tarteletes de uva com iogurte e requeijão

Mais um sabor do outono, as uvas.
Esta tarte é muito simples e um complemento para os olhos, com uvas brancas ou vermelhas ou a mistura das duas, temos sempre uma imagem refrescante e atractiva.

Esta sobremesa acaba por ser rápida e fácil de preparar, isto se partimos das bases de massa de tarte quebrada já preparadas e à venda nos supermercados. Além disso temos igualmente um cariz saudável, se optarmos por queijos menos gordos.

Para três tarteletes com cerca de 9 cm de diâmetro ou uma tarte grande:

Massa:
. 1 base de tarte massa quebrada (depois deixo a receita para fazer em casa)

Recheio:
. 100 ml de iogurte natural cremoso e açucarado . 150 gr de requeijão . açúcar amarelo(facultativo)

Cobertura:
. 150 gr de uvas cortadas ao meio e sem grainhas . sumo de 1 laranja pequena . 100 ml de mel . amêndoas laminadas ou pistácios partidos (facultativo)

Começa-se por forrar com a massa as formas ou forma de tarte previamente untadas com óleo, pica-se o fundo com o garfo e coloca-se papel vegetal e uns feijões secos para fazerem peso e não levantar bolhas de ar enquanto assa, o que deixaria altos na base da tarte.

Leva-se a assar a forno já aquecido a 200º cerca de 10 minutos, retiram-se os feijões e o papel e volta para o forno para terminar de cozer cerca de mais 5 minutos.
Depois de estar cozida e com um tom dourada, desenforma-se e deixa-se arrefecer bem.

Lavam-se, enxugam-se e cortam-se as uvas ao meio, retirando-lhes as grainhas, reservam-se.

Entretanto prepara-se o recheio, mistura-se bem o iogurte com o requeijão, eu gosto de colocar duas colheres de açúcar amarelo neste creme, caso não se use iogurte açucarado por exemplo ou o requeijão tenha acentuado a acidez, é uma questão de gosto.

Despeja-se o creme na base de tarte ou nas pequenas tarteletes e colocam-se as uvas cortadas por cima.

Num tacho, leva-se ao lume médio o sumo da laranja e o mel até ganhar algum ponto de calda,
depois de arrefecer deita-se sobre as tartes levam-se ao frio.

Na hora de servir espalham-se as amêndoas laminadas ligeiramente torradas ou os pistácios.

O requeijão pode ser substituído por outro queijo pasta como o Ricotta ou mesmo o Mascarpone.

Aqui ficam as uvas, desta vez não em néctar para beber mas sim um doce para mastigar!

by me.

marmelada



s. f. doce de marmelo cozido e misturado com calda de açúcar; (pop) pechincha; vantagem; confusão; trapalhada.

chegaram ontem duas tigelas de marmelada. a que eu gosto: clara e mole, coberta com o papel vegetal, embebido em aguardente, feita numa panela de cobre e mexida com uma colher de pau. caseirinha, sem corantes nem conservantes. e sem contra indicações da asae. :)
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