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Bolo e creme de iogurte com romã

Provei e comprovei este bolo Iogurte ás Fatias da Leonor de Sousa Bastos.

Fiz apenas 1/2 receita, mas penso que não seria necessário o uso de toda a farinha maizena para o creme, isto porque utilizei mesmo os iogurtes gregos que são densos e encorpados.
As gemas do creme também me pareceram demais, mas como também utilizei ovos XL, numa próxima testo doutra forma, porque cada mão é uma mão!

Na confecção da massa usei iogurtes de baunilha e acrescentei ainda um pouco de essência da mesma, uma mistura de Baunilha e romã com a acidez e a frescura do iogurte

Torna-se um bolo sofisticado de sabor e diferente.

Vale a pena experimentar, lá por casa voou da travessa é sempre um bom sinal. ;)
(RECEITA ORIGINAL AQUI*)

by me. 17723

Bolo de pêra com gelado de baunilha

Uma pêra doce no fim de semana!

Para ser diferente e há muito tempo que andava para trocar as maças por pêras em bolo foi desta.
Aqui com uma bola de gelado de baunilha já que foi servido ainda quente... Aconselho.

Utilizei dois tipos de pêra nesta receita, pura opção minha, uma williams um pouco verde e uma pêra General ou parda.

Para este bolo/tarte usei:
. 3 ovos inteiros . 1/2 chávena de manteiga derretida . 1/3 chávena de farinha . 1/3 chávena de açúcar . 2 pêras grandes cerca de 600gr . 1/2 chávena de leite . 1/4 de colher de sopa de sal . 1 colher de café de fermento em pó . essência de baunilha 2 colheres de chá . um pouco de açúcar amarelo

Lavam-se, descascam-se e descaroçam-se as pêras, cortando-as em lâminas finas, para que estas não fiquem logo oxidadas, passar por um pouco de água com alguma gotas de limão.

Num liquidificador deitam-se todos os ingredientes secos seguido da manteiga derretida ou amolecida e pulsa-se, acrescentando o leite pelo abertura enquanto bate o preparado formando uma massa homogénea.

Barra-se uma forma de tarte (grês ou pyrex) com manteiga e colocam-se as lâminas de pêra depois de bem escorridas no fundo dispondo-as com algum cuidado de modo a criar uma boa cama, salpica-se com um pouco de açúcar amarelo.
Verte-se a massa já preparada por cima da base de pêra e leva-se assar em forno já aquecido a 180º durante cerca de 40 minutos ou até a massa estar dourada.

Depois de assado, não é necessário desenformar, mas optei por virar as fatias ao colocar no prato para ter as pêras em primeiro plano.

Serve-se ainda quente com bola de gelado a gosto ou chantilly ou como dizem os inlgeses um creme custard (o nosso leite creme)

Mais bolos para dias frios e não só!
by me. 17456

Tarte de Tequilha

Uma tarte adulta, álcool incluído.

Ainda um salpico de verão com aroma de Tequilha, mas para nos aquecer as tardes de fim de semana em forma de doce.

Para esta tarte são precisos:

. 1 pacote de bolacha digestiva ou waffers . 1/2 chávena de frutos secos (amêndoas ou nozes ou pinhões) . 3/4 de chávena de manteiga sem sal derretida . Tequilha 1/3 chávena . 1/2 chávena de sumo de limão ou lima . 5 gemas de ovos grandes + 2 claras de ovo . 1 lata de leite condensado . 1 colher de sopa de açúcar . mel q.b. (para regar)

Aquece-se o forno a 180 graus.

Começa-se por preparar a base da tarte colocando na liquidificadora as bolachas com os frutos secos escolhidos e trituram-se.
Acrescenta-se a manteiga já derrretida e bate-se novamente até ficarem bem misturados.
Reserva-se um 1/4 chávena da mistura de bolacha e coloca-se o restante num pequeno tabuleiro rectangular.
Leva-se ao forno já aquecido até dourar, cerca de 15-18. Retira-se do forno e deixa-se arrefecer

Para fazer o recheio, numa taça média misturam-se muito bem a tequilha, o sumo de limão ou lima, as gemas e o leite condensado.
Noutra tigela batem-se as 2 claras em castelo firme com o açúcar.
Envolvem-se delicadamente as claras em neve à mistura da tequilha e espalha-se o recheio uniformemente sobre a base já preparada levando de seguida ao forno 25 minutos.

Depois de arrefecer polvilha-se a tarte com as migalhas reservadas e leva-se ao frio pelo menos 2 horas antes de partir.

Ao servir pode ser regado com fios de mel, opcional.

Tchim tchim com esta tarte...pode ser? :)
by me. 16898

scones

são os favoritos para o lanche. assim, simples. mas podem ser mais elaborados... se juntarmos frutos secos, uvas passas... depende da imaginação.

acompanho-os com um chá. os mais novos preferem chocolate quente.
compotas, queijo e manteiga, para todos.

200g farinha, 1 colher de sopa de manteiga (para derreter e deixar arrefecer um bocadito), 1 colher de chá de fermento em pó, uma pitada de sal grosso, meia xícara de chá de leite (morno).

as minhas medidas são muito a olhómetro... não sou fácil a transmitir por isso mesmo. seria bem melhor ver... mas vou fazer um esforço. aqui, por exemplo, as medidas com colheres são bem cheias das coisas!
outra dica... esta massa não deve ficar muito mole. ajusto a consistência com mais ou menos leite. assim, a meia xícara de leite pode ser um bocadinho mais...

agora vem a parte mais difícil... :)
juntam-se todos os ingredientes numa taça e amassa-se tudo rapidamente! (sou a bimbi, lembram-se?)
fazem-se os pãezinhos à mão (bolinhas... what else...?) ou formas pequenas untadas com manteiga e polvilhadas com farinha e a massa lá dentro (ganda seca!).

ficam prontos quando estão douradinhos.
opcional... passar gema de ovo por cima dos ditos antes do forno. eu gosto mais sem ovo...

Tomar Chá!


Tomar um Chá, sim mais não seja para que não tenha “Falta de chá”.
Algo que aprendi a gostar desde cedo.
Associo “Tomar Chá” ás coisas que fazia na minha infância, com as idas domingueiras a Sintra, perdeu-se na minha memória qual a casa que ia exactamente.

Essas viagens eram feitas por convite da família de uma amiga da época. Centravam-se na figura da avó paterna dela, uma senhora de educação muito clássica, de origem francesa ainda com todo o charme do seu sotaque.

Eu achava graça a todo aquele ritual , very british, Chippendale Chairs, paredes escuras em madeira, o Bule de chá, as compotas, torradas, o carrinho de bolos, os biscoitos, as queijadas, os travesseiros, os pãezinhos com queijo e o silêncio, fazia parte da boa educação e das boas maneiras.

Para mim é isso que me lembram, os lanches em família as antigas familías.

Hoje tomo o meu chá e sou exigente quanto á qualidade, aroma e persistência de sabor do mesmo. As saquetas não fazem parte desse meu hábito, compro-o em folha e preparo com a delicadeza que ele merece.
Costumo adquirir um que para mim é dos eleitos, chama-se “Rosa Oriente”, está no Gourmet do el c.i., e vende-se a peso.

Este chá tem por base uma combinação de chás verdes (sencha orgânico, gunpowder da china, china wu lu orgânico), pai mu tan, chá de jasmim, botões de rosa, pétalas de flores e aromas naturais, manga e rosas.

Fica a minha história de chá... acompanha-se com os tradicionais bolinhos, com uma avó ou de preferência com família.
by me.

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